quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Preconceito é o maior inimigo no combate ao câncer de próstata


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Preconceito é o maior inimigo no combate ao câncer de próstata

São Paulo, 11 (AE) - Pouco mais de dois anos após ter diagnosticado tardiamente um câncer de próstata, o cantor Waldick Soriano, de 75 anos, faleceu na semana passada, vítima da doença. O triste episódio serve de alerta para os homens: quando diagnosticado na fase inicial, em que o câncer ainda está restrito à próstata, a chance de cura é de 90%, segundo o urologista Ubirajara Ferreira, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, secção São Paulo.
Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil terá neste ano 49.530 novos casos de câncer de próstata, o que significa que, a cada 100 mil homens, 52 desenvolverão a doença. Os números são semelhantes ao principal câncer entre as mulheres, o de mama: 49.400 novos casos em 2008 e taxa de incidência de 50 em100 mil mulheres. A grande diferença está na busca pela detecção precoce da doença. Enquanto em 2007, 17 milhões de mulheres procuraram um ginecologista, apenas 3 milhões de homens foram ao urologista.
"Fizemos um levamento com 400 pacientes que foram pela primeira vez ao médico e 40% deles só chegaram ao consultório por influência da mulher. Homem é muito reticente", diz Ferreira. O câncer de próstata não tem sintoma algum na fase inicial, por isso os exames de sangue (PSA) e toque são imprescindíveis.
De acordo com os médicos, o preconceito resultante da cultura machista que inibe o homem de fazer o exame de toque ainda é o grande entrave para prevenir a doença.
DIAGNÓSTICO
*O câncer de próstata é assintomático. Quando há sinais, como dificuldade para urinar e gotejamento, o câncer já está avançado. A detecção é feita por exame de sangue e de toque. Homens acima de 45 anos devem fazer exames todo ano.
TRATAMENTO
*O câncer de próstata é considerado o câncer da terceira idade: 3/4 dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.Quando
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domingo, 16 de novembro de 2008

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terça-feira, 10 de junho de 2008

SAÚDE


Pensa bem em fazer os seus exames

Quinta sinfonia de beethoven parte 1 muito linda
Prevenir é bem melhor


Os autores relatam o caso de um homem com 53 anos que, como tantos, não fazia seu exame anual. Quando descobriu o câncer porque tinha dor nas costas e disuria, o PSA estava em 522 ng/mL. Uma biópsia confirmou o câncer, com um escore Gleason de nove. Um scan dos ossos demonstrou metástase óssea. Um tratamento hormonal foi aplicado (bicalutamida e um "luteinizing hormone–releasing hormone"). Em seis meses o PSA baixou para 4.04 ng/mL. Porém, nove meses depois do início do tratamento voltou a crescer, atingindo 22,32 ng/mL e continuou crescendo, chegando a 37,46 ng/mL no mês seguinte. O tratamento foi interrompido porque, às vezes, a interrupção provoca uma melhoria. Porém, o PSA cresceu mais, chegando a 58.44 ng/mL,. Nova terapia, com doses altas de ketoconazola (200 mg 3 vezes por dia) e hidrocortisona (20 mg/d). Não funcionou. Mais um mes e o PSA foi a 79,78 ng/mL e a dor nas costas voltou e piorou. O paciente não quiz fazer químio. Foi aí que começou o tratamento com um inibidor de Cox-2, Celecoxib (que foi parcialmente retirado do mercado devido às complicações cardio-vasculares que causava). Foram 200 mg/dia. Acabou a dor e o PSA decresceu: em dois meses voltou a 5,48 ng/mL (lembrem que estava em 522 quando foi diagnosticado). Quatro meses depois, o PSA voltou a crescer, chegando a 11,52 ng/mL. Nova tentativa, aumentando a dose para 200 mg duas vezes por dia, o que provocou uma pequena baixa do PSA, para10.4 ng/mL. Depois de seis meses de tratamento, o tratamento com Celecoxib foi interrompido porque o PSA saltou para 22,8 e as dores voltaram. O tratamento "ganhou" vários meses para o paciente. Os inibidores de COX-2 (celecoxib é um deles) atuam contra o câncer de próstata. Isso havia sido demonstrado in vitro e in vivo. Num teste clínico com apenas 24 pacientes avançados uma dose maior de celecoxib (400 mg uma ou duas vezes por dia) reduziu a taxa de crescimento do PSA e estabilizou ou reduziu o PSA em 11. Outro teste clínico com 18 pacientes que já não respondiam à terapia hormonal, a combinação de docetaxel e celecoxib (dose massiva de 400 mg duas vezes por dia) estabilizou ou melhorou o PSA 65% dos casos. Esse texto foi baseado em carta de Guru Sonpavde e Teresa G. Hayes, do Baylor College of Medicine

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